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enPieza! agência de design |
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enPieza!
Agência de design enPieza! cria candelabros e lustres feitos de canetas esferográficas BIC®.
Uma das primeiras criações da agência enPieza!, uma agência de design criada em 2006 com sede em Madri, Espanha, foi o lustre Volivik 347, feito de canetas esferográficas BIC®, em formato de candelabro de cristal clássico. Os designers responsáveis limitaram a edição em apenas 30 peças. O lustre mede 80 cm de altura, foi feito a mão e utiliza 350 canetas BIC®. Um dos compradores do Volivik 347 foi o London Science Museum, para a sua coleção permanente.
Após o desenvolvimento do candelabro, os designers de enPieza! usaram o mesmo conceito para desenvolver lustres de teto e de mesa. Os produtos já se encontram disponíveis para pedidos e podem ser feitos em caneta laranja ou transparente, através do uso das canetas BIC® OrangeTM e Cristal®. Os nomes são Volivik 347, Volivik 50 e Volivik 77, dependendo do número de canetas usadas.
Visite o site da agência www.enpieza.com.
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Giffin’Termeer |
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Giffin’Termeer
Um vaso feito com a caneta BIC® Cristal®!
O designer, Jim Termeer, que vive em New Hampshire, Estados Unidos, é o criador desse vaso pouco comum feito em 2003 com caneta a BIC® Cristal®.
“O vaso Daisy transforma nosso relacionamento casual com esse item produzido em larga escala em uma experiência pessoal e às vezes frágil.”
Jim Termeer tem trabalhado com o artista Jess Giffin desde 2003 em uma série de pequenos projetos de design que transformam produtos produzidos para a massa em produtos de produção de pequena escala.
Visite o site do artista www.giffintermeer.com.
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« object (all around) », 2003 |
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Herbert Hinteregger
Trabalhos feitos com a BIC® Cristal®
O jovem artista austríaco Herbert Hinteregger usa exclusivamente a tinta da caneta esferográfica BIC® em suas pinturas sobre tela e paredes. Ele também criou a escultura Objeto (por todos os lados), que apresenta as canetas BIC® Cristal® em forma de uma esfera. O uso exclusivo das canetas esferográficas BIC® do artista, incluindo a tinta e o corpo como materiais em seus trabalhos, reflete “a redução e concentração de materiais básicos mínimos”.
Os trabalhos de Hinteregger, pinturas e arte plástica, foram expostos em março de 2005 na Neue Galerie do Museu de Arte Contemporânea de Graz, na Áustria. Para o evento, Herbert Hinteregger criou uma obra chamada Completamente, em duas grandes janelas à entrada do museu. Mais de 20.000 corpos de esferográficas BIC® foram colados desestruturadamente nas paredes, no teto e no assoalho.
Visite o website da galeria do artista em www.GeorgKargl.com.
Herbert Hinteregger é representado por GEORG KARGL Fine Arts, Viena, Áustria. |

« Géographie à l’usage des gauchers », 2005 |
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Philippe Favier
“Géographie à l’usage des gauchers”, exposição de um artista explorador
Entre 17 de junho e 14 de agosto de 2005, o Museu de Arte Contemporânea de Lion hospedou uma exposição das obras do artista francês Philippe Favier, intitulada Géographie à l’usage des gauchers (“Geografia para canhotos”). Este criativo conjunto de obras olha para a Terra de um ângulo completamente diferente.
Por 15 meses, o artista trabalhou no museu no mais completo segredo. Produziu um novo desenho diariamente e organizou uma estranha e maravilhosa viagem, fazendo mistério de seus contornos e geografia até o dia da abertura. A exposição incluiu 360 ilustrações feitas com canetas BIC® assim como objetos, mapas e papéis que relatam a viagem.
Desde o início de sua carreira, em 1981, Philippe Favier continuou a reinventar-se como mestre do minúsculo. Para Géographie à l’usage des gauchers esboçou a vasta e intrincada costa de um mundo imaginário e coletou e inventou certo número de objetos. É como o processo de tornar-se maior de idade: a coleção reconta os altos e baixos que culminaram nestas 396 obras de arte - o ponto de desvanecimento de sua extraordinária fantasia.
Visite www.moca-lyon.org para mais informações sobre a exposição. |

O isqueiro J1 BIC® e a caneta esferográfica BIC® Cristal® |
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A BIC no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque
A caneta esferográfica BIC® Cristal® e o isqueiro J1 BIC® são parte da coleção permanente do museu.
Em março de 2005, o prestigioso Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MOMA) decidiu incluir o isqueiro BIC® Maxi com chama ajustável na coleção de seu Departamento de Arquitetura e Design. Isto é uma grande honra para o isqueiro BIC®, que foi lançado há mais de 30 anos, e se tornou um ícone em todo o mundo.
O isqueiro BIC® une-se à caneta BIC® Cristal®, outra engenhosa invenção do fundador da BIC, Marcel Bich. Lançada em 1950, a caneta Cristal®, com tinta, tampa e tampinha azul, foi o primeiro modelo a ser colocado no mercado. Revolucionando os hábitos de escrita e apresentando um desenho original e notável facilidade de uso, a caneta Cristal® é uma “forma que realmente segue a função”, e se tornou um símbolo dos instrumentos de escrita em todo o mundo. Em 2002 o MOMA inseriu a caneta BIC® Cristal® em sua coleção permanente.
A caneta esferográfica BIC® Cristal® e o isqueiro BIC® também foram parte da exposição de 2004 intitulada “Humildes obras de arte", um tributo aos objetos de todo dia.
Visite o site do MOMA em www.moma.org |

Tapeçaria “Le BIC Emissaire”, 2000 |
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O emissário BIC
Uma tapeçaria sobre a escrita, por Philippe Favier
Para celebrar o início do terceiro milênio, a Delegação de Artes Plásticas (Departamento de Cultura da França) e o Museu de Tapeçarias Aubusson e Felletin escolheram onze artistas, que propuseram sua interpretação do seguinte tema: invenções e descobertas que serviram à humanidade, em sua evolução e em seu movimento em direção a condições melhores. Estes temas incluem a escrita, o Big Bang, o arado, jogos e o calendário, para mencionar só alguns.
Para ilustrar “Escrita”, o artista Philippe Favier escolheu o BIC boy. O artista manteve a borda consistente com tapeçarias antigas, e colocou o BIC boy no meio da obra. Desenhou o plano do código de cores da tapeçaria, com padrões inspirados no verde, característica das Tapeçarias de Aubusson e Felletin.
Philippe Favier nasceu em 1957; ainda mora e trabalha em Veaunes (França). O renomado artista contemporâneo adota tanto novos formatos, como novos materiais (papel, vidro...); está ansioso para descobrir e expor, ligando inteligência e delicadeza. Freqüentemente se expressa em miniaturas. Suas pequenas figuras, desenhadas com caneta esferográfica, pintadas ou cortadas, passaram para a história das artes visual e plástica durante os anos 1980. |

Grafie del Sonne (“Gráfico do Sono”), 2003
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Grafie del Sonne (“Gráfico do Sono”)
Uma relíquia de Val d’Aosta, atualizada por artistas contemporâneos
La force des choses: Tradition et design du Val d’Aoste (“A força das circunstâncias: Tradição e desenho em Val d’Aosta”) teve lugar em 2003, na igreja de San Lorenzo em Aosta, Itália. A exposição apresentou objetos tradicionais da região e seus alter-egos modernos, criados por artistas italianos contemporâneos.
Elisabetta Gonzo e Alessandro Vicari criaram uma imagem moderna e simbólica baseada em um berço do século XIX, usando uma série de canetas esferográficas BIC® Cristal® para construir suas laterais.
Os artistas pretendiam capturar os paralelos entre berço e escrita: “A gente vem ao mundo e é colocado no berço... Mais tarde, na vida, tentamos expressar nossos sentimentos, à medida que ganham significado, escrevendo um diário. Imaginamos viver tanto nos sonhos como na escrita.” |

« Théâtre sans animaux », Paris 2001 |
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Théâtre sans animaux
A caneta BIC® estréia no palco na renomada peça de Jean Michel Ribes
Théâtre sans Animaux (“Teatro sem animais”), do artista francês Jean Michel Ribes, está fazendo uma turnê triunfante pelas cidades européias mais importantes, incluindo Paris, Marselha, Madri, Londres e Namur. A peça apresenta as famosas canetas BIC® Cristal® e BIC® M10™, que aparecem no palco juntamente com os atores. Com a tinta na parte inferior, prontas para escrever, essas réplicas gigantescas impressionam fortemente tanto os personagens como o público.
“Estas curtas fábulas reunidas sob o título Théâtre sans Animaux são uma modesta contribuição à arte e prestam homenagem a todos aqueles que lutam contra os sombrios limites da mensuração.” - Jean Michel Ribes |

Produtos BIC® no Centro Georges Pompidou |
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BIC no Centro Georges Pompidou
Produtos históricos da BIC® entram na coleção permanente do Musée national d'art moderne-Centre Georges Pompidou (Museu nacional de arte moderna, Paris)
Em 2006, o Musée national d'art moderne/ Centre de création industrielle- Centro Georges Pompidou Paris decidiu incluir em sua coleção permanente a caneta esferográfica BIC® Cristal, o isqueiro BIC® com regulador de chama e os barbeadores de uma lâmina BIC® Classic Normal e Classic Sensitive.
Este prestigiado museu francês honra esses produtos que se tornaram ícones e continuam marcando nosso dia-a-dia.
Visite o site do Museu no endereço www.centrepompidou.fr.
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